Paulo Rosa

Educador, pesquisador e artista brasileiro. Na infância, ele  já demonstrava grande interesse pelas artes, pois passava horas diariamente na alfaiataria de seu pai aprendendo o ofício e ajudando em pequenas tarefas. 
As formas geométricas dos utensílios utilizados na oficina de costura  são marcantes e decisivas em seu trabalho. 
Com a depuração dessas formas, ele criou códigos de ortografia, entendeu  que a sombra também é forma, design, movimento. 
Paulo Rosa desenha a sombra e escreve em papel.  Na rigidez de suas formas, o artista entra com a leveza da cor, criando um diálogo constante com o observador, forçando-o a percorrer a obra. Esse movimento causa a projeção de linhas e formas, criando sombras que 
ganham vida, como em um teatro de sombras.
A tridimensionalidade em seu trabalho fornece luz, como se estivesse  abrindo janelas para um mundo interior. Uma transição entre o mundo privado e a comunicação
com o mundo 
exterior.